Wilson Grassi

Wilson Grassi

Foto: Divulgação Abaixo, trouxemos uma série de orientações para dar todo o auxílio que seu cãozinho de até 12 meses de idade necessita. Confira! Alimentação As rações para filhotes são a melhor opção. Na primeira consulta, o veterinário certamente recomendará qual a melhor para fornecer, afinal, existem diversos tipos (secas, semiúmidas ou úmidas), sabores (carne, carneiro, fígado, frango, etc) e marcas no mercado. Além disso, ele também indicará a quantidade ideal, que varia de acordo com a raça e peso do animal. Ainda que o filhote rejeite a ração, é fundamental insistir para que ele coma. Se preciso, misture ração úmida, em sachê ou latinha, com a seca para torná-la mais atrativa. Quando pequenos (até 1 ano de idade), eles costumam se alimentar de 3 a 4 vezes ao dia, o que diminui conforme o animal vai crescendo, até chegar em 2 vezes ao dia. Banho Quando o cãozinho completar 45 dias de idade, o banho pode começar a ser dado com sabão de coco e shampoo neutro não inseticida. Para raças de pelo longo, pode ser feito uso de condicionadores a fim de desembaraçar a pelagem. Banhos contra pulgas utilizando produtos inseticidas não podem ser dados em filhotes com menos de 6 meses. Caso ele tenha pulgas, a indicação é usar sabonetes de enxofre. Cuidados com a pelagem É preciso escovar diariamente o animal para retirar pelos mortos e poeira e ainda verificar a presença de parasitas (pulgas, carrapatos, etc). Raças que tem pelagem longa recebem a primeira tosa aos 3 ou 4 meses e, depois, periodicamente (2 em 2 meses). Cama para cachorro Oferecer ao cão uma caminha apropriada com materiais confortáveis é fundamental para que o filhote tenha um bom descanso e não fique estressado. No frio é ainda mais interessante em razão da possibilidade de manter o animal aquecido por mais tempo, proporcionando maior conforto para um descanso mais agradável. Dentição A troca de dentes do cão tem início com 3,5 meses de idade e termina aos 6. Uma tendência comum é a formação de tártaro, que gera mau hálito e leva a perda precoce da dentição permanente. Já a cárie ocorre em animais que recebem alimentos doces frequentemente. A escovação é indicada para cuidar da higiene bucal do seu cãozinho. Ela deve ser feita de 2 a 3 vezes por semana e pode ser substituída por um pedaço de algodão passado nos dentes. Para estimular o ato de roer e a escovação natural, vale oferecer ao cão pedaços de cenoura crua ou ossos artificiais. Vermifugação Como a mãe pode transmitir vermes aos filhotes, é recomendado vermifugar a fêmea antes do acasalamento como medida preventiva. Quanto aos filhotes, para que eles fiquem livres de vermes, devem receber a 1ª dose de vermífugo com 30 dias de idade, a 2ª com 45 dias e a 3ª com 60 dias. Fonte: Portal da Ilha
Foto: Divulgação Um caso vem repercutindo muito em Dois Vizinhos nos últimos dias. No domingo, 7, a Polícia Militar recebeu o chamado de moradores de um prédio no bairro Sagrada Família em virtude de um forte cheiro de decomposição que vinha do apartamento de um jovem. A desconfiança era de que, como o rapaz não tinha mais sido visto no prédio, ele poderia estar morto dentro de casa. Acompanhados dos moradores, os policiais arrombaram a porta e entraram no local para esclarecer a ocorrência. A situação era caótica: os policiais encontraram o apartamento todo bagunçado, além do corpo de um cão já em avançado estado de decomposição e outros dois cães vivos que estavam extremamente desnutridos pela falta da comida e água. Os animais foram flagrados tentando se alimentar da carcaça do animal que estava morto há vários dias. A polícia solicitou o apoio da ONG Protetores de Focinhos, que foi comunicada sobre o fato e imediatamente foi até o local com um médico veterinário, que resgatou os animais. No apartamento, a polícia encontrou alguns documentos do morador, um jovem de 18 anos que foi identificado e reconhecido pelos demais moradores do prédio. O local foi revistado e os policiais localizaram duas porções de maconha (38 gramas), dois rolos de fiação elétrica e uma motosserra, que também foram aprendidos. Um boletim de ocorrência de maus-tratos foi expedido e será encaminhado para a Polícia Civil e Ministério Público, onde deverá ser aberto um inquérito para apurar os crimes cometidos pelo rapaz. Fonte: Jornal de Beltrão
Para nós obtermos o pão nosso de cada dia, é algo que exige muito trabalho, esforço e dedicação para recebermos em troca um dinheiro para suprir as nossas necessidades básicas. Mas para um cachorro conseguir diariamente alimentos para seus donos e outros cachorros, é algo totalmente diferente, é muito amor e compreensão em apenas um cachorro, confira a seguir: http://www.megacriativo.com/cachorro-ao-perceber-que-seus-donos-estavam-passando-fome-fez-algo-inimaginavel-descubra-o-que-ele-fez/ Fonte:Mega Criativo
Afeto entre cães e donos tem relação com a troca de olhares (Foto: Divulgação) Oxitocina também é responsável por estreitar o vínculo entre mães e bebês, segundo pesquisa O afeto entre cães e seus donos se baseia na troca de olhares. Essa situação aumenta no organismo a liberação de oxitocina, mesmo hormônio responsável por estreitar o vínculo entre mães e bebês. As conclusões são do estudo publicado na revista Science nessa quinta (16). A pesquisa sugere que, para desenvolver uma parceria tão próxima, cães e humanos teriam aproveitado o mecanismo instintivo de ligação que originalmente serve para reforçar o mais forte dos vínculos biológicos: aquele entre mães e filhos. A oxitocina, conhecida como "hormônio do amor", é secretada no cérebro da mãe quando ela troca olhares com o bebê, incentivando-a a nutri-lo e dar carinho. Isso também aumenta níveis do hormônio no bebê, estimulando novas trocas de olhares e comportamento de apego, realimentando o ciclo. Responsável por reforçar biologicamente o laço entre mãe e filho, o ciclo ocorre entre humanos e cães, diz o estudo. Isso explicaria por que ambos têm sido "melhores amigos" há milhares de anos. Segundo os cientistas, essa dinâmica de troca de olhares e liberação de hormônios não existe entre homens e lobos, indicando que tal mecanismo teria evoluído ao longo dos milênios em que se deu a domesticação. Cientistas liderados por Miho Nagasawa, da Universidade Azabu, no Japão, colocaram cães e donos em uma sala e analisaram cada interação por trinta minutos. Antes e após a observação, mediram os níveis de oxitocina na urina dos cães e dos humanos. Descobriram que a liberação do hormônio no cérebro de ambos aumentava de acordo com a intensidade da troca de olhares. O experimento foi feito com 24 mulheres e seis homens donos de cães - quinze machos e quinze fêmeas. Em outro experimento, os cientistas borrifaram oxitocina nos cães, que foram colocados em uma sala com os donos e estranhos. Só as cadelas aumentaram a troca de olhares com os donos (O Estado de S. Paulo). Fonte: VEJA SÃO PAULO
Cão veio latindo em direção ao carro que passava na estrada (Foto: Reprodução) Um cachorro que foi sequestrado durante uma invasão a uma residência em Buckinghamshire, no interior da Inglaterra, foi encontrado a 188 quilômetros de sua casa, pedindo ajuda em uma estrada. As informações são do Metro.uk. O yorkshire Alfie foi encontrado por Stephanie Law, que trabalha para um serviço do governo que cuida de animais, que dirigia na rodovia quando viu que um cachorro corria na direção de seu carro, latindo. “Eu estava dirigindo em uma estrada deserta quando vi Alfie correndo, claramente tando chamar minha atenção. Ele correu de frente com meu carro, latindo, e assim que eu abri a porta ele pulou no assento – e começou a olhar para mim”, conta a mulher. A tutora de Alfie, Kirsty Mitton, conta que pulou imediatamente no carro quando ficou sabendo que seu cão havia sido encontrado. “Pulei no carro assim que soube que ele estava bem”, disse. Fonte: Rede TV
(Foto: Getty Images) Numa altura em que a taxa de natalidade continua a diminuir, muitas pessoas passaram a cuidar dos seus animais como se de filhos se tratassem. Daí o rol de negócios que nasceu em redor dos bichos. Mas para outros, as relações de cumplicidade são antigas. E em ambos, as demonstrações de carinho são muito expressivas. Podem mesmo incluir o hábito de dormir com o cão ou o gato. As opiniões sobre este hábito dividem-se: uns consideram uma prática descabida e pouco higiénica. Outros consideram ser uma simples prova de afeição. A opinião dos veterinários não difere muito: não é anti-higiénico; pode até ser saudável dormir com o um animal. Mas este hábito tem de obedecer a algumas regras: é importante que o animal esteja limpo, desparasitado e que seja frequentemente analisado por um médico veterinário. Jorge Cid, diretor do Hospital Veterinário do Restelo, disse que as normais de higiene normais são indispensáveis. “É uma opção do dono. Não aconselho, mas também não proíbo”, diz o médico veterinário. É que podem mesmo haver questões emocionais relacionadas com esta prática de dividir a cama com o animal: “Pessoas que estejam sozinhas podem encontrar companhia no seu cão ou gato” e quando isso lhes é vedado pode “provocar desequilíbrios emocionais”, explica. A Liga Portuguesa dos Direitos do Animal assume que as reticências que algumas pessoas demonstram sobre esta convivência muito próxima com animais são potenciadas pela crença de que “até as mais pequenas alergia podem ser provocada pelo animal de estimação”, diz Maria do Céu Sampaio, presidente da instituição. O que nem sempre corresponde à verdade. Joaquim Henriques, médico veterinário no Centro Veterinário de Berna, esclarece que “dormir com o animal de estimação depende do cuidado que se tem com eles”. Se o animal for saudável, estiver limpo e tomar banhos regulares não deverá haver problemas. Mas há que ter alguma cautela: “Aos pés da cama, o perigo de aspirar o pelo do animal é diminuído” e o hábito torna-se menos inseguro para quem tenhas mais tendências alérgicas. O médico veterinário alerta contudo para outra questão: “Não são apenas os animais que podem transferir doenças para o humano. O contrário também acontece” e os tutores podem tornar-se perigosos para os animais. É por isto que é imperativo ter regras de prevenção de doenças antroponoses, isto é, patologias existentes apenas no ser humano mas que podem ser transferidas para os animais domésticos e vice-versa. E quanto à aproximação às crianças? Joaquim Henriques lembra que os mais pequenos são mais vulneráveis, mas tanto ele como Jorge Cid sublinham que o convívio entre animais e crianças torna o sistema imunitário mais resistente, nomeadamente a doenças como a asma. Ainda assim, há uma ressalva que a Liga Portuguesa dos Direitos do Animal deixa: “O animal tem de ser tratado como tal e não lhe pode ser retirada personalidade”. Fonte: Observador
Idosa alimentava os animais de rua todos os dias Foto: Daily Mail / Reprodução Familiares ficaram surpresos quando os cães apareceram no local onde o corpo da mulher era velado Cães de rua foram ao funeral de uma mulher no México para prestar suas homenagens, segundo informações publicadas pelo Daily Mail. De acordo com a publicação, a senhora, que morreu no início deste mês após enfrentar uma doença, era conhecida pelo carinho com os animais e todas as manhãs alimentava os cães e gatos de rua que apareciam na porta de sua casa. De acordo com a publicação, a mulher costumava andar pelas ruas com um saco de comida para tratar dos animais abandonados. Os familiares ficaram surpresos quando os cães apareceram no local onde o corpo da mulher era velado. Trabalhadores da casa funerária teriam afirmado que nunca tinham visto aqueles animais antes. Os familiares, percebendo que os cães tinham ido prestar a última homenagem, liberaram a entrada dos animais, que se colocaram pacificamente no chão perto do caixão da mulher. Os cães ainda teriam formado uma procissão fúnebre atrás do caixão. Eles só deixaram o local quando o corpo da idosa estava sendo preparado para cremação. Terra
(Foto: Divulgação) (Foto: Divulgação) Por conta de uma portaria do Ministério da Saúde, muitas mudanças tiveram que ocorrer no âmbito dos Centros de Controle de Zoonoses. Em Jataí, de acordo com Luciana Garcia, diretora do local, até pouco tempo, recebiam cães e gatos com diversas doenças, como cinomoses, parvoviroses, sarna e até mesmo animais atropelados, ou seja, com problemas que não eram necessariamente zoonoses. Dessa forma, os animais sadios permaneciam nos canis esperando adoção e os doentes eram imediatamente mortos. Entretanto, por conta dos canis ficarem infectados, muitos animais sadios acabavam adoecendo antes mesmo de serem adotados, aumentando ainda mais o número de mortes induzidas. Com essa nova portaria, que definiu as atribuições dos Centros de Controle de Zoonoses, algumas mudanças foram viabilizadas. Dessa maneira, ainda há o monitoramento das zoonoses de relevância para a saúde pública, como a raiva e a leishmaniose visceral americana. Portanto, atualmente, o Centro de Zoonoses, não recebe animais sadios ou com outras doenças que não sejam as zoonoses. Além disso, para quem precisar, poderá entrar em contato com o Centro, que prestará serviço em domicílio, como por exemplo, para problemas com roedores, morcegos, pombos, escorpiões e animais agressivos tanto dentro das casas como nas vias públicas e neste caso, se constatado algum problema com a raiva, este animal será levado ao Centro de Zoonoses, ficando em observação por dez dias. Depois deste período se o animal apresentar algum sinal neurológico será sacrificado. A questão da carrocinha, que antes circulava pelas ruas pegando animais soltos, ressalta Luciana, deixou de realizar este trabalho após esta portaria, ou seja, desde maio de 2014. Portanto, agora os atendimentos são realizados apenas nos casos em que há animais soltos nas ruas e causando algum tipo de perigo à população. O município tem buscado alguma forma de abrigar os outros animais, diante dessa nova situação. Isto porque a responsabilidade ainda é municipal, desde que não seja do Centro de Controle de Zoonoses, já que esta não é sua função. Fonte: Panorama
Uma super mãe canina salvou seus 9 filhotes de um incêncio que assolou uma floresta perto de Valparaiso, no Chile, ao cavar um buraco, embaixo de um container, para escondê-los. A cadela, que recebeu no nome de Blacky, foi vista por locais levando os filhotes de apenas algumas semanas de vida para a floreste. As pessoas informaram os Informados pelos residentes sobre o ocorrido, os bombeiros começaram então as buscas pelos filhotes. Felizmente, os filhotes foram encontrados logo, todos vivos e bem de saúde. Em filmagens que emergiram do momento, podemos ver os voluntários cavando desesperadamente para encontrar os cães. Leia mais: http://portaldodog.com.br/cachorros/noticias/mae-canina-enterra-seus-nove-filhotes-para-salva-los-de-incendio-no-chile
(Foto: Divulgação) É cada vez maior o número de casos em que pessoas passam a cuidar de animais que vivem ao redor de instituições públicas e privadas, de parques, prédios residenciais, entre outros espaços. Voluntários dão água, alimentos, carinho e, às vezes, até os vacinam para que não fiquem doentes e não ofereçam riscos à saúde de quem trabalha, mora ou passa com frequência por estes locais. Porém, o que para muitos é um ato de amor, para outros – os responsáveis destes locais, é considerado um transtorno. Em fevereiro último, a Companhia Paulista de Força e Luz (CFPL) viveu essa situação e proibiu que seus funcionários alimentassem os gatos que vivem no local. A atitude da empresa fez com que o Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Campinas, CMPDA, aprovasse uma moção de repúdio à concessionária e pedisse a revogação da medida tomada. A CFPL por sua vez se nega a comentar o assunto e se limita a dizer, em nota, que “a Diretoria de Sustentabilidade assumiu a responsabilidade pela alimentação dos gatos visando melhores práticas corporativas de sustentabilidade, e que está recebendo orientação de médico veterinário especializado no assunto para captura, castração e doação dos animais”. Outro caso que virou notícia aconteceu na Prefeitura do Rio de Janeiro, de onde foram retirados cerca de 52 gatos que viviam em sua sede, mesmo sob protestos de ONGs defensoras dos animais e veterinários. Segundo a advogada Vanessa Siqueira, quando a presença dos animais se tornar um incômodo, as empresas não devem agir sozinhas. “O poder público deve ser acionado solicitando a eles que removam os animais para que possam ser levados a um local próprio para tratamento, reabilitação, soltura ou não, dos silvestres em seu habitat, bem como asilo aos domésticos. Contudo, nem todas as cidades do país dispõem de abrigos para tal fim”, afirma a advogada. Para casos em que haja excesso por parte de empresas, instituições ou indivíduos, a lei federal que trata de maus-tratos de animais domésticos e selvagens, em seu artigo 32 dispõe que praticar maus-tratos, ferir, mutilar, realizar experiências dolorosas ou cruéis com animais domésticos ou domesticados é passível da pena de detenção de três meses a um ano, mais multa. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal. Contudo leis Estaduais e Municipais podem também disciplinar a matéria”, explica a advogada. De acordo com o Reynaldo Velloso, biólogo, advogado e presidente da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB RJ – CPDA, as decisões das empresas não possuem amparo legal. “As empresas não podem e não possuem autorização legal para matar estes animais. O Rio de Janeiro, inicialmente, em fevereiro de 2004, criou através do Decreto N° 23.989 o conceito de Animal Comunitário e estabeleceu normas para seu atendimento. Após, com muita similitude, finalmente foi a provada a Lei Municipal N°4.956 de 3 de dezembro de 2008 que definiu esta questão no âmbito municipal. As decisões unilaterais, portanto, utilizadas pelas empresa, não têm amparo legal. E friso que a legislação vigente, no Município do Rio de Janeiro, não especifica e nem detalha com relação ao local, ou seja, não importa se o animal está em propriedade privada ou pública”, enfatiza. A boa notícia é que, ainda segundo o presidente da CPDA, este aparato legal tende a crescer, uma vez que a causa animal começa efetivamente a ganhar contexto na legislação brasileira. “São Paulo, Curitiba, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro já possuem leis que protegem animais comunitários. Esses animais têm direito a castração, vacinação e microchipagem gratuitas, sem mencionar o direito de viver na rua desde que o tutor assine um termo de responsabilidade. Antecipadamente sabemos que a maioria dos centros urbanos enfrenta antigos problemas de cães e gatos mantidos sem controle, oferecendo riscos à saúde e segurança públicas, à saúde animal e ao próprio meio ambiente. Neste contexto, é imprescindível que o Poder Público se prepare para assumir, de forma adequada e correta, as atividades pelas quais se responsabiliza, ou seja, a criação de um programa de políticas públicas para os animais”, avalia Reynaldo Velloso. Mas se para alguns a presença de animais é um transtorno, para outros, é considerada uma grata surpresa. Foi o que aconteceu em um condomínio residencial na Tijuca, bairro do Rio de Janeiro.No ano 2007 uma gata começou a ser vista com frequência pelas portarias locais. Comovidos, aos poucos os moradores e funcionários começaram a deixar potes com alimentos em diversos cantos da portaria e da garagem, e a gata nunca mais foi o embora. “Ela é praticamente a dona do prédio, vive deitada no piso de mármore geladinho nas portarias. Não demos um nome para ela, mas, quando não a vemos até estranhamos e sentimos falta”, ressalta Ana Carolina Coelho, moradora antiga do local. Com medo de possíveis incidentes a síndica da época resolveu levar a gatinha ao veterinário para deixar as vacinas em dia e evitar transtornos. Tomados os devidos cuidados, todos vivem em harmonia – a gata e os moradores do prédio. “Ela fica o dia todo dormindo no canto, só de noite que ela sai. Ela escala umas árvores no jardim, some e volta, mas nesses anos todos, ela nunca incomodou ninguém. Até o jardim externo do prédio está mais preservado, já que com a sua presença todos os ratos que circulavam pela área a noite sumiram”, comenta o porteiro João Fernandes, que trabalha no local há 20 anos. Fonte: Revista de Estimação
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